Samuel Gomes

Um homem negro, periférico, ex-evangélico e gay. Tenho dentro da minha história a luta de muitos ancestrais e de uma comunidade lgbt que sempre existiu e durante anos foram silenciadas. A história que conto tem tocado corações de pessoas dentro e fora do Brasil, pois relata a caminhada de uma pessoa que nasceu em uma casa de madeira, com 6 anos de idade entendeu que era gay, mesmo sem entender o que isso significava, mais tarde começou a ter a consciência da sua negritude dentro de uma sociedade racista e muito tempo depois, conseguiu se assumir homossexual, tendo que lidar com os dogmas religiosos, entendendo a sua fé sem ligação com religião, mas respeitando a todos
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Guardei no Armario

Um projeto de Samuel Gomes

Nascido em berço evangélico, as brincadeiras no quintal de casa misturavam-se em meio aos cultos da igreja. O púlpito do altar se mostrava cada vez mais próximo a cada novo cargo assumido, enquanto os questionamentos internos se afloravam em um turbilhão de pensamentos. O primeiro amor, a construção da identidade e as descobertas, são temas que o autor descreve em histórias marcantes vividas por ele.
O medo ao descobrir-se homossexual, a autoaceitação como homem negro e o rompimento com a religião dão o tom a esta obra autobiográfica de Samuel Gomes, que marca a entrada do autor na literatura nacional. Neste livro, narrado em primeira pessoa, o autor faz um convite ao leitor para visitar seu armário, compartilhando suas experiências, lutas e superações.

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